RÉSUMÉS Axe 1: PRODUIRE EN SITUATION DE DIASPORA ET PRODUIRE SUR LES DIASPORAS

Les résumés de chaque communication sont téléchargeables et traduits en anglais, français et portugais.

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Adma Muhana (Universidade de São Paulo) - Noticia dos “Authores naturaes da India dos dominios do Reino de Portugal” (1738)
En 1738, l’Académie Royale d’Histoire Portugaise a envoyé un ordre pour être informé des écrivains dans les domaines portugais. La grande compilation qui constitue la Biblioteca Lusitana (1741-1759), de Diogo Barbosa Machado, en est un résultat. Cependant, une grande partie de la production et de la collecte d'informations faites dans certaines parties du Brésil et de l'Inde, en particulier en ce qui concerne l'écriture manuscrite, a cessé d’être utilisée par les bibliographies imprimées. Et ceci en sachant que la majeure partie du savoir et sa circulation, que ce soit en Europe ou à d’autres endroits, se faisait par le moyen de manuscrits jusqu’au XVIIIème siècle. Notre communication vise à présenter une liste des “Authores naturaes da India dos dominios do Reino de Portugal”, ainsi que de leurs œuvres, qui fournit un portrait significatif de la production manuscrite à Goa dans les années 1730.
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André Teixeira - Noticia dos “Authores naturaes da India dos dominios do Reino de Portugal” (1738)
Desde 1534 os portugueses ocuparam um território no oeste indiano, com cerca de 2.500km2, distribuídos por uma faixa costeira de 75 km de comprimento e 30 km de largura, englobando cerca de 350 aldeias. O distrito de Baçaim, juntamente com o de Damão, formou a Província do Norte do Estado da Índia, o maior território alguma vez ocupado pelos portugueses no Hindustão. Este foi mantido praticamente inviolável até 1665, quando uma pequena parte foi cedida aos britânicos, a ilha de Bombaim. Os portugueses acabaram por ser expulsos de Baçaim em 1739, no quadro do expansionismo marata.
A estabilidade territorial de que os portugueses gozaram em Baçaim durante mais de um século permitiu-lhes consolidar paulatinamente a apropriação do território, seja pela incorporação de estruturas preexistentes, pela aplicação de soluções experimentadas noutros contextos asiáticos ou pela criação de novos métodos destinados à absorção de áreas rurais. Foi criada uma vasta rede
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Carolina Cunha Carnier (Aix-Marseille Université) -Vimala Devi, Ida Vitale et Gabriela Mistral : diaspora au féminin ou la lusophonie en dialogue
L’Amérique Latine, avec l’avènement des régimes militaires dans la deuxième moitié du XXème siècle, a été le terrain à partir duquel une série de textes se sont développés ayant comme particularité les expériences de l’exil. Aussi, à la même époque, dans les territoires englobant les circonscriptions des empires coloniaux européens en disparition, se déploient des textes discutant de thèmes tels que l’appartenance et l’identité dans un monde globalisé, ou les individus s’entrecroisent dans les chemins des migrations. Malgré de situations de déplacements et de déracinement diverses, ces deux mouvements sont un espace de dialogue à l’intérieur duquel convergent de positions de résistance à l’ordre social, économique, politique alors en place. Or, certaines formes de questionnement des pouvoirs, comme la littérature, contribuent avec un processus de transmission et conservation des savoirs. Si de plus en plus la notion de patrimonialisation
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Duarte Braga -Auto-orientalismo? Macaenses e goeses católicos e a produção de conhecimento científico sobre o “Oriente”
Este artigo pretende comparar duas comunidades católicas na Ásia resultantes de práticas coloniais de longo prazo, os macaenses e os goeses. Podemos dizer que tais comunidades desempenham papéis semelhantes em relação aos países onde se encontram, ocupando uma posição simbólica semelhante em relação ao colonizador como meio de contato com a população indiana e chinesa. Ambas comunidades negociaram recorrentemente seu estatuto político, não apenas em relação ao colonizador, mas também em relação à Índia / China. O ponto central desta comunicação será tentar entender a forma como a voz destas comunidades que precedem e se constroem fora da ideia de nação dos países a que pertencem pode ou não ser lida ou integrada nas demais comunidades nacionais em língua portuguesa. Pretendemos demonstrar essas afirmações ao analisar a produção cultural e científica nos jornais da comunidade católica de Goa e Macau, escrita na língua portuguesa, sobretudo de autore
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Eve Fourmont Giustiniani -
No âmbito da comemoração do 75° aniversário do exílio republicano espanhol subsequente à Guerra Civil de 1936-1939, instituições culturais mexicanas, financiadas por uma fundação privada, realizaram um mapa digital do exílio em México, disponível na internet. Este projeto permite visualizar, num mapa interactivo, os “locais de memória” do exílio republicano em associação com conteúdos textuais e audiovisuais, e nomeadamente testemunhos de sobreviventes ou de descendentes desse exílio. Esta iniciativa, aberta a colaborações dos utilizadores, evidencia a lógica de patrimonialização da memória dos republicanos exilados e apela a questionar o que aparece como um “exercício coletivo de recuperação da memória histórica”.
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Elizabeth Naudou (IrAsia UMR 7306 – CNRS / AMU) -La piraterie et ses trésors dans l’Océan indien au XVIIIème siècle : la fabuleuse histoire du navire Nossa Senhora do Cabo et de la « Fiery Cr
En avril 1721, le navire Nossa Senhora do Cabo qui venait de Goa (Inde) et faisait route vers Lisbonne (Portugal), est attaqué et pris par le pirate français La Buse et son ami John Taylor dans la rade de Saint Denis (Ile de La Réunion). A son bord, deux personnalités éminentes : l’Archevêque de Goa, Dom Sebastião de Andrade et le Viceroi de Goa sortant, Dom Luís Carlos Inácio Xavier de Meneses, cinquième Comte d’Ericeira. Mais sur le vaisseau se trouvait également le non moins éminent trésor qu’ils ramenaient chez eux, au Portugal : la « Fiery Cross » de la Cathédrale Sé de Velha Goa, croix d’or d’une centaine de kilos, incrustée de diamants, rubis, et émeraudes. Le mystère qui entoure ce butin, considéré comme le plus extraordinaire de toute l’histoire de la piraterie, est l’objet de cette présentation. Dès lors, la chasse à ce trésor, qui mobilise tous les passionnés de la flibuste dans l’Océan indien quelle que soit leur origine, est
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Ernestine Carreira (Aix-Marseille Université/CNRS/IMAF) -Les « Portugais » du Padroado : élites catholiques et pouvoir urbain dans l’Inde Anglaise (XVIII-XIXe siècles)
Entre les XVIIe et XIXe siècles, une communauté catholique dépendante de la juridiction de l’archevêché de Goa (Padroado) a prospéré dans les ports indiens dont Goa a progressivement perdu la domination militaire ou économique au profit des grandes compagnies européennes anglaise et française. Ainsi, dès le début du XVIIIe siècle, des noyaux communautaires importants, composés d’individus nés au Portugal (souvent déserteurs), de luso-descendants, d’indiens convertis au catholicisme étaient déjà actifs dans les ports de Bombay, Surat, São Tomé de Mylapore (Chennai/Madras), Pondichéry, Chandernagore ou encore Calcutta.
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Fátima da Silva Gracias - Diáspora de Mulheres Goesas no século XX em Bombaim
As mulheres goesas começaram a deslocar-se para a cosmopolita cidade de Bombaim (India Britânica) no final do século XIX quando Goa - uma colónia portuguesa na costa ocidental da India - foi ligada por um caminho de ferro à India Britânica e as conexões por mar sofreram também melhorias. Antes, as mulheres sentiam-se desencorajadas a mudarem-se para Bombaim devido à dura viagem que levava mais de dez dias.
Diz-se que nas primeiras décadas do século XX, um terço das pessoas que se tinham mudado para Bombaim eram mulheres.
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Maria Fernanda Bicalho (Universidade Federal Fluminense) -Communautés diasporiques africaines à Rio de Janeiro du XVIIe et XVIIIe siècle
« Une vraie fourmilière de Noirs ». C’est ainsi qu’un officiel français, comme le note Sílvia H. Lara, a décrit la ville de Rio de Janeiro em 1748. Près de trente ans plus tard, en avril 1796, le Comte de Resende, vice-roi du Brésil, informait la reine, D. Maria I, que « la majeure partie des habitants les plus opulents de cette ville ont l’habitude de conserver chez eux un grand nombre d’esclaves des deux sexes ». Après les dénonciations du Comte de Resende, en 1808, la ville de Rio de Janeiro a subi de grosses transformations, à la suite de l’installation de la famille royale portugaise, migrée au Brésil, en raison des invasions napoléoniennes au Portugal. En termes démographiques, l’impact de l’installation de la Cour portugaise dans la ville a été important. Entre 1808 et 1821, la population passa de presque 60.000 habitants à plus de 79.000. La transformation de Rio de Janeiro en capitale de la monarchie et de l’empire d’outre-mer portugai
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Gonçalo Brito Graça - Entre o Índico e o Atlântico. A introdução do escotismo ismaelita no império português (1930-1942)
A comunicação que proponho apresentar ao Terceiro Simpósio Internacional do Projecto “Pensando Goa” aborda a génese dos grupos ismaelitas no associativismo escotista imperial-português, um campo educacional ainda por explorar, e integra-se no “Eixo 1 – Produzir em situação de diáspora e produzir sobre as diásporas”. Nas décadas de 1920/1930, os escoteiros tiveram uma grande projecção na Índia portuguesa, sobretudo no meio docente, pois permitia a concentração dos caminhos do cidadão exemplar (aquele que trabalha, luta e morre pela Pátria) e, no presente caso, o de muçulmano devoto. Por ser um movimento educativo específico, que englobava diversas confissões religiosas, os grupos ismaelitas recorreram a um modelo de expansão ecuménico, e os respectivos órgãos oficiais associativos promoveram as suas actividades nas mais diversas formas, primeiro em Goa e, posteriormente, em Moçambique. Pretende-se observar o estabelecimento destes grupos índico-asiát
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Hélder Garmes - Para uma história do conto de língua portuguesa em Goa
Retomando o que poderíamos chamar de uma historiografia do conto goês em língua portuguesa, a presente comunicação pretende averiguar como intelectuais como Filinto Cristo Dias, em Esboço da história da literatura portuguesa (1963), Vimala Devi e Manuel de Seabra, em A literatura indo-portuguesa (1971) ou Paul Melo e Castro, em Lengthening Shadows: An Anthology of Goan Short Stories Translated from Portuguese (2016), entre outros, narraram a história do desenvolvimento desse gênero literário em Goa.
Além disso, pretendemos contribuir com essa historiografia, apresentando escritores que cultivaram o referido gênero e ainda não constam nessa história, comentando, sempre que possível, aspectos de suas obras, em especial o caso do escritor Carmo de Noronha (Contos e narrativas, 1997).
Nosso intuito é demonstrar como o conto goês de língua portuguesa foi imensamente profícuo, tendo se mantido vivo mesmo após o fim do colonialismo. Também pretendemos refletir sobre as
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João Teles e Cunha -A escravatura na Índia portuguesa por volta de 1600: um estudo de casos de dependência extrema em Goa
Um documento único, a vários títulos, o inventário dos bens móveis apreendidos ao vice-rei conde da Vidigueira em 1628, elencando os seus 26 escravos, com os respectivos nomes, origens, idades e ocupações, permite-nos estudar as diferentes dimensões da escravatura na Índia portuguesa, particularmente em Goa. Recorrendo a uma série de outras fontes, de natureza legislativa, judicial e mesmo de processos inquisitoriais, permitir-nos-á mostrar o peso marginal da escravatura no Estado da Índia, especialmente na Índia, apesar dos portugueses estarem implicados no trato de escravos tanto a nível do Estado como dos privados. Ao mesmo tempo, iremos chamar à atenção o facto que há outras formas de dependência no império asiático português, nomeadamente na Índia e no Sri Lanka, mas também em Moçambique, as quais foram usadas e manipuladas pelos portugueses para reforçar o seu poder.
Queremos, simultaneamente, rever e revisitar a bibliografia existente sobre a escravatur
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José Alberto Rodrigues da Silva Tavim -A cena do carnaval do Rio de Janeiro: uma etapa na pesquisa sobre a integração dos judeus no universo social carioca
As primeiras notícias a respeito da participação dos judeus no carnaval do Rio de Janeiro nos pareceram ser uma fonte de informações interessantes sobre a integração dos imigrantes judeus no universo sociocultural da sociedade carioca. Apesar do Carnaval não pertencer ao património socio-religioso da cultura judaica, a adesão dos judeus à maior festa da sociabilidade brasileira pode parecer um mero fenómeno marginal de fascinação pela cultura alheia, com a qual eles deveriam inevitavelmente conviver. Como o veremos adiante, esta fascinação nunca cessou de perturbar as autoridades judaicas, sempre preocupadas com a questão "ethnos", e um carnaval "domesticado" foi sendo incorporado ao ritmo das festividades das organizações judaicas cariocas, também com consequências externas.
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Marion Vieu - Diáspora & Gestão
Desde meados dos anos 2000, os pesquisadores em gestão interrogam-se cada vez mais sobre o fenômeno de diáspora. De fato, vários trabalhos destacam um maior empenho da parte dos países de origem dos migrantes em “estratégias de diáspora”. Quer sejam chamadas de “política diaspórica”, “estratégia de Estado” ou ainda de “estratégias de cidadania”, estas iniciativas, na maior parte estatais, afetam directamente os países de origem, de acolhimento e in fine as empresas. Este trabalho tem dois objetivos, (1) dar conta da literatura existente em gestão relacionada com este campo de estudo, a diáspora, (2) discutir as implicações desse fenômeno nas estratégias das empresas. Ao se interessar mais especialmente pelas estratégias de internacionalização decorrentes desses fenômenos diaspóricos, este trabalho trará nomeadamente à luz o papel da imigração na sobrevivência de algumas empresas, desenvolvendo uma atividade no estrangeiro.
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Nicole Khouri et Joana Pereira Leite
Não são diásporas nem migrantes. São famílias ou indivíduos portugueses de passagem, que viajam a Goa durante a última década do Estado da India (1951/1961).
Três relatos de memórias chamaram a nossa atenção, contados pelos seus protagonistas ou pelos seus descendentes. Pertencendo à primeira ou segunda geração do Estado Novo, os autores compartilham uma consciência política aguda do regime, alguns deles eram aliás engajados na metrópole em movimentos de oposição. Se nem todos pertencem a uma classe social elevada, eles têm em comum o facto de fazer parte de uma elite instruída e que deixaram Portugal, por razões pessoais ou integrados no exército: saída sob forma de exilio político, enquanto oficial das forças armadas ou nacionalista goês ou ainda como jovem recruta em cumprimento do serviço militar.
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Luis Pedroso de Lima Cabral de Oliveira - As vozes dos outros: testemunhos dos degredados para Goa (séculos XVIII-XIX)
Dispersa pelas inúmeras caixas conservadas no Arquivo Histórico Ultramarino, em Lisboa, existe uma quantidade muito significativa de documentação relativa a processos judiciais envolvendo penas de degredo para o Estado da Índia ao longo do século XVIII e primeiras décadas da centúria seguinte. Fala-se de processos que, estando mais ou menos completos (tão depressa se podem resumir a um breve requerimento escrito com dificuldade como albergar uma volumosa massa de documentos tratados com rigor por um profissional do foro conhecedor do seu ofício), creio incluírem elementos importantes para (i) uma melhor perceção da vivência do direito, permitindo o cotejo entre o estatuído na lei e a aplicação efetiva e prática das normas; (ii) uma outra compreensão do Estado da Índia, aqui visto como local de indesejável cumprimento de pena; e, acima, de tudo (iii) traçar, não raro com alguma profundidade, perfis dos sentenciados.
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Patricia Souza de Faria -De Goa a Portugal: deslocamentos forçados e vida cotidiana de escravos Asiáticos em Lisboa (século XVII)
Goa ocupou um papel central no comércio de populações escravizadas, trazidas de diversas regiões da Ásia e da África. Uma parcela destes escravizados foi levada de Goa para Lisboa, local em que continuaram a viver como escravos ou foram alforriados.
Deste modo, populações provenientes de diferentes regiões da Ásia, sobretudo da Índia, foram transportadas compulsoriamente para Lisboa. Com base em processos do Tribunal da Inquisição e nos sumários matrimoniais da Câmara Eclesiástica de Lisboa, analisamos a inserção de tais asiáticos na vida cotidiana lisboeta, no século XVII, com atenção: aos ofícios que desempenharam, aos locais em que habitaram, às redes de sociabilidade criadas, aos arranjos matrimoniais contraídos com outros Asiáticos, com Africanos ou Portugueses.
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Pierre Lopez -Diáspora e memória coletiva no Chili: Villa Grimaldi, monumento histórico e lugar de defesa dos Direitos Humanos
Em 2014, durante um programa de televisão, Michelle Bachelet relembra a sua detenção durante a ditadura do general Augusto Pinochet na Villa Grimaldi, um dos primeiros centros de tortura do Chile e da América latina tendo sido conservado. Ela explicará pessoalmente como a maturidade a tinha ajudado a fazer as pazes com o passado. Michelle Bachelet é uma entre as mais de 4500 pessoas que passaram por esse centro antes de se juntarem a uma diáspora chilena espalhada pelo mundo (Canadá, França, Alemanha...), uma diáspora que pôde regressar ao país natal a partir dos anos 80. Mas quando ela volta à Villa Grimaldi, em outubro de 2006, lugar de um passado sinistro que foi testemunha das mudanças políticas da sociedade e que foi salvo de um esquecimento planejado, é de maneira oficial como Presidente do Chile. É como tal que 30 anos depois do seu encarceramento, ela prefere prestar homenagem a todas as vítimas e salientar os valores humanos como a melhor força contra a barb
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Sandra Ataíde Lobo (CHAM-Centro de Humanidades/FCSH-NOVA-UAC) -Les intellectuels goanais et Seara Nova
La présente communication aborde les relations, depuis le milieu des années 20, des intellectuels goanais avec le mouvement Seara Nova, notamment à travers leur revue et la présence des Goanais dans cette dernière. Le fait que ces relations et la présence goanaise dans la revue ne soient pas considérées dans son ensemble a contribué naturellement à leur effacement des mémoires du mouvement « seareiro » et du républicanisme goanais.
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